
Educação Ambiental “é o processo de aprendizagem e o instrumento de formação de uma consciência ecológica, através do conhecimento e da reflexão sobre a realidade ambiental”. Mas a conceituação de Educação Ambiental ainda não está completamente consolidada em nosso meio. Talvez por sua curta história e por sofrer a influência de diversos setores do conhecimento, a sua definição continua sendo considerada como um processo.
Há pessoas que não sabem distinguir os termos conservar e preservar. Pela legislação brasileira, conservar implica em manejar, usar com cuidado, manter; enquanto que preservar é mais restritivo, e significa, não usar ou não permitir qualquer intervenção humana significativa.
O Brasil por certo ainda tem muito que aprender na área de Educação Ambiental. A formação de uma consciência ecológica demanda muito tempo. E sem consciência ecológica a Educação Ambiental não prospera. Antes de mais nada, é preciso que as pessoas adquiram através do saber uma compreensão essencial do meio ambiente global e dos problemas a ele afetos, bem com o papel que cada um desempenha. Por conta do saber vêm a mudança de comportamento - a qual implica em adquirir o real sentido dos valores sociais -, o senso de responsabilidade que desencadeia a vontade de zelar pelo meio ambiente, e a competência para solucionar os problemas ambientais.
Nos países do Primeiro Mundo a Educação Ambiental evoluiu bastante, mas somente depois que os problemas sociais foram resolvidos. Aqui, ainda é preciso se fazer muito para resolver os nossos problemas sociais. E, é claro, são inúmeros, como ocorre em todas as nações pobres do mundo. Entretanto, não é mais possível se perder tempo. O jeito, então, é se fazer as duas coisas simultaneamente.
O Governo está no momento implementando uma reforma no ensino em que a Educação Ambiental já começa a ser vista logo no Ensino Fundamental, dentro do que se convencionou chamar de Temas Transversais, parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais-PCN.
A experiência mostra que não é preciso se ter muita escolaridade para praticar a Educação Ambiental, pois os índios, apesar do seu primitivismo, sempre se revelaram como os mais autênticos defensores e respeitadores da Natureza. Com efeito, sem que ninguém lhes ensinasse, eles sempre evitaram, por exemplo, a caça e a pesca predatórias, e cuidaram de seu ambiente. A convivência direta com a Natureza certamente contribuiu para que eles despertassem para uma conscientização ecológica. Assim, sem ter o que as pessoas da cidade chamam de cultura, os índios se destacaram como exímios administradores do meio ambiente, sem, contudo, deixar de executar suas funções básicas de subsistência, como caçar e pescar, atividades desenvolvidas de forma racional e, portanto, causando o mínimo de desequilíbrio ecológico, nada que a Natureza não possa restaurar em pouco tempo.
A escola ideal terá que trabalhar muito com temas de preservação e conservação do meio ambiente, pois o futuro depende das nossa ações atuais. ( grifo nosso).
Há pessoas que não sabem distinguir os termos conservar e preservar. Pela legislação brasileira, conservar implica em manejar, usar com cuidado, manter; enquanto que preservar é mais restritivo, e significa, não usar ou não permitir qualquer intervenção humana significativa.
O Brasil por certo ainda tem muito que aprender na área de Educação Ambiental. A formação de uma consciência ecológica demanda muito tempo. E sem consciência ecológica a Educação Ambiental não prospera. Antes de mais nada, é preciso que as pessoas adquiram através do saber uma compreensão essencial do meio ambiente global e dos problemas a ele afetos, bem com o papel que cada um desempenha. Por conta do saber vêm a mudança de comportamento - a qual implica em adquirir o real sentido dos valores sociais -, o senso de responsabilidade que desencadeia a vontade de zelar pelo meio ambiente, e a competência para solucionar os problemas ambientais.
Nos países do Primeiro Mundo a Educação Ambiental evoluiu bastante, mas somente depois que os problemas sociais foram resolvidos. Aqui, ainda é preciso se fazer muito para resolver os nossos problemas sociais. E, é claro, são inúmeros, como ocorre em todas as nações pobres do mundo. Entretanto, não é mais possível se perder tempo. O jeito, então, é se fazer as duas coisas simultaneamente.
O Governo está no momento implementando uma reforma no ensino em que a Educação Ambiental já começa a ser vista logo no Ensino Fundamental, dentro do que se convencionou chamar de Temas Transversais, parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais-PCN.
A experiência mostra que não é preciso se ter muita escolaridade para praticar a Educação Ambiental, pois os índios, apesar do seu primitivismo, sempre se revelaram como os mais autênticos defensores e respeitadores da Natureza. Com efeito, sem que ninguém lhes ensinasse, eles sempre evitaram, por exemplo, a caça e a pesca predatórias, e cuidaram de seu ambiente. A convivência direta com a Natureza certamente contribuiu para que eles despertassem para uma conscientização ecológica. Assim, sem ter o que as pessoas da cidade chamam de cultura, os índios se destacaram como exímios administradores do meio ambiente, sem, contudo, deixar de executar suas funções básicas de subsistência, como caçar e pescar, atividades desenvolvidas de forma racional e, portanto, causando o mínimo de desequilíbrio ecológico, nada que a Natureza não possa restaurar em pouco tempo.
A escola ideal terá que trabalhar muito com temas de preservação e conservação do meio ambiente, pois o futuro depende das nossa ações atuais. ( grifo nosso).
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